Seletor idioma

Ir direto para menu de acessibilidade.
Página inicial > História
Início do conteúdo da página
História

História

Publicado: Terça, 14 de Abril de 2026, 13h55 | Última atualização em Sábado, 18 de Abril de 2026, 23h45 | Acessos: 3815

Criado em 2003 para suprir a demanda por especialistas na Amazônia, o Programa de Pós-Graduação em Ciências Florestais e Ambientais (PPG-CIFA) da UFAM consolidou-se como referência na formação de mestres e, a partir de 2024, doutores na região. A trajetória inclui a reestruturação das linhas de pesquisa, a ampliação da infraestrutura em 2013 e a titulação de 255 mestres em 21 anos, focados na gestão sustentável e conservação dos recursos naturais.

1. Evolução Acadêmica e Estrutura de Pesquisa
O programa deixou de ser apenas um curso de graduação para se tornar um polo de pesquisa avançada. A reestruturação sugerida pela CAPES (2010-2012) consolidou o foco em três pilares que definem a atuação atual:
  • Conservação da Natureza: Focada em estratégias para manter a biodiversidade em pé.
  • Silvicultura de Florestas Tropicais: Estudo do crescimento e recuperação de espécies nativas (como o mogno e a sumaúma, temas da primeira dissertação em 2004).
  • Manejo e Tecnologia: Desenvolvimento de técnicas para o uso econômico da floresta (madeireiros e não madeireiros) com baixo impacto.
 
2. O Salto da Pós-Graduação (Doutorado)
O período de 2021-2024 foi o mais significativo até então. A criação do Doutorado em Ciências Florestais e Ambientais em 2024 resolve um gargalo histórico: a necessidade de enviar pesquisadores para outras regiões do Brasil para completar sua formação. Com a primeira turma de 6 doutorandos, a UFAM passa a gerar ciência de alto nível "dentro de casa".
 
3. Infraestrutura e Financiamento
A consolidação física ocorreu com o prédio inaugurado em 2013, mas a sobrevivência e modernização das pesquisas dependem de parcerias estratégicas:
  • Investimento Público: Quase R$ 2 milhões via FINEP para laboratórios e salas.
  • Parcerias Privadas e Terceiro Setor: O projeto Petrobras Socioambiental (Wepainung) e a parceria com a ONG Sementes da Amazônia exemplificam como a academia se une ao mercado e a causas sociais para financiar teses e dissertações.
  • Fomento Local: O apoio da FAPEAM é o que permite que a pesquisa chegue ao interior do estado, e não fique restrita apenas a Manaus.
 
4. Impacto Social e Regional
O texto destaca que os 255 mestres formados não apenas estudam a floresta, mas permanecem na região. Isso é crucial para:
  • Atuação em comunidades tradicionais e povos originários.
  • Ocupação de cargos em secretarias de meio ambiente municipais e estaduais.
  • Combate ao desmatamento (que era o cenário crítico de 2003, quando o PPG foi criado).
 
5. Integração: A Semana Florestal 2024
A realização deste evento marcou a união da graduação (Engenharia Florestal) com o novo Doutorado. Serviu como vitrine para mostrar que a ciência florestal no Amazonas hoje abrange desde a formação técnica básica até a inovação científica de ponta.
registrado em:
Fim do conteúdo da página